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domingo, 25 de julho de 2010

Pet Technology

Desculpe pessoal! Sei que estou há muito tempo sem postar nada. O trabalho vem me consumindo. Voltei a usar a ponte aérea como fazia a dez anos atrás. Só que agora parece que o lanchinho está melhorando...

O Google Analytics dedurou que os acessos do blog cairam em 17,83%!!!

Ontem fomos na Cobasi para compra comida as nossas duas gatas. Nos deparamos bebedouros  automatizados que prometem filtrar e oxigenar a água, além de armazenarem até 3 litros.

Depois de muita escolha... Ok, dou o braço a torcer, era muitos modelos mesmo!

Enfim, escolhemos por um modelo intermediário que não tivesse uma capacidade tão grande: 1,5 litros.

As bichanas adoram! Pensei que elas ficariam incomodadas com a água corrente, mas não. Quando vi as duas estava bebendo juntas.

Acabei de encher o reservatório... minha esposa vai ficar lascada, pois vai querer trocar por um com capacidade maior para não ter que completar com água a cada dois dias...

Ela disse que a próxima compra será um alimentador automático com balança! Estou pensando em desenhar um protótipo vinculado ao Twitter. Já pensou ser avisado no trabalho? Compre comida para gatos!

Depois explico por que não chamei este post de PeTechnology... A Bolsa Ladrão existe!!!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Apagão nos sistemas da Caixa Econômica Federal

Na segunda-feira, 19 de abril de 2010, vendi meu carro e fui com o comprador na CEF para fazer a TED para a minha conta.

Na porta da agência os atendentes alertavam que o sistema estava fora do ar com abrangência nacional.

Pensei nos aposentados e nas pessoas que confiam no banco para guardar suas poupanças... Navegando pela Internet confirmei que a pane foi geral. Li o Blog de uma pessoa que teve que sair do restaurante sem pagar a conta, foi nos ATMs e nada...

Entendo que falhas sistêmicas existam, mas o banco ficou fora do ar das 12:40 às 15:00... Faltou pronta resposta da área de tecnologia.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

O que todo gestor de negócios deveria saber sobre TI

Muito se fala sobre a crise do software, termo utilizado nos anos 70, quando existia o Governo Americano gastava fábulas de dinheiro em projetos mal sucedidos que estouravam custo, prazo e qualidade.

Passados quase 40 anos, quem trabalha desenvolvendo ou solicitando sistemas sabe que este problema não foi superado. Para analisarmos melhor o problema, sugiro a leitura do Chaos Report do The Standish Group.

Este interessante relatório aponta que nos Estados Unidos são realizados cerca de 175 mil projetos de desenvolvimento de software, gastando mais de US$ 250 bi por ano. Seguem alguns números:

- 31,1% dos projetos serão cancelados;
- 52,7% dos projetos vão custar mais de 189% do orçamento original;
- 16,2% dos projetos serão terminados no prazo e no custo contratados.

Fora o custo financeiro, também temos o custo da oportunidade. Ou seja, quanto de receita ou market share a sua empresa está perdendo por não terminar projetos no prazo?

Antes de iniciar uma caça as bruxas na área de tecnologia, é necessário analisar os fatores críticos de sucesso notados nos poucos projetos que encerram dentro do prazo e custo combinados:

Envolvimento dos Usuários - 15,9%

Envolva os usuários que conheçam do negócio. Do contrário, eles vão tentar culpar alguém para encobrir a falta de conhecimento.

Suporte da Alta Direção - 13,9%

É preciso ter alguém para decidir nos impasses, mas não leve qualquer coisa para o seu chefe, pois ele pode perceber que não precisa de você.

Definição de Requisitos Claros - 13%

Detalhe o que se quer. Crie protótipos e simulações. Dedique muito tempo na especificação. Envolva a tecnologia para não criar mundos de sonho que não conseguem ser implementados.

Pés no chão. Pense simples, nada de complicar as coisas.

Planejamento - 9,6%

Dedique tempo neste fase.

Espectativas Realistas - 8,2%

Não estabeleça prazos sem estudar o problema. Também não confie em prazos sem estudo.

Pequenos Pontos de Controle (Milestones) - 7,7%

Estabeleça conquistas intermediárias. Entregas antecipadas vão reduzir a pressão pela entrega e facilitam a homologação.

Equipe Compentente - 7,2%

Não coloque todo o peso na tecnologia. Se os gestores de negócio não entendem do negócio, são confusos e péssimos no relacionamento interpessoal, os sistemas sairão a cara deles. Também não deixei de envolver todos os interessados (stakeholders) para que novos requisitos não apareçam após a fase de especificação.

Ownership - 5,3%

Todo projeto precisa ter um gerente de projetos. PMOs que somente acompanham prazos e tumultuam reuniões não estão gerenciando nada.

Visão clara dos objetivos - 2,9%

Especificação com qualidade é a chave para projetos de sucesso. Não contrate empresas externas para fazer este trabalho...

Equipe esforçada e focada - 2,4%

Muitos projetos ao mesmo tempo não significa foco.

Outros 13,9%

Outra coisa, Excel e Access não são sistemas. Eles são quebra-galhos que seduzem e quando você mais precisar deles vão te deixar na mão!!!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mapa Mundial da Gripe Suína

Prova de que a tecnologia pode ajudar.

No Google Maps, as pessoas estão se mobilizando para marcar no mapa mundial as ocorrências da Gripe Suína, agora chamada Influenza A (H1N1), para evitar impacto no consumo de carne de porco e derivados. A transmissão não se dá através do consumo e sim através do ar.

No México, as pessoas estão ficando em suas casas, por orientação do governo, numa tentativa de parar o avanço da doença.

A gripe sempre foi um dos piores inimigos do homem, matando milhares de pessoas todos os anos, normalmente pessoas com a saúde debilitada. Esta nova variante do vírus ataca pessoas saudáveis.

Espero que as nossas autoridades estejam tomando todas as medidas cabíveis e não camuflando os fatos, como no mensalão e agora na farra das passagens aéreas, onde o nosso presidente diz não ver mal em familiares usarem as passagens pagas pelo governo!

P.S.: Se o mapa não estiver sendo exibido adequadamente, clique aqui.


Visualizar H1N1 Swine Flu em um mapa maior

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Teleworking: Nova tendência de trabalho

Graças a Internet, consegui localizar um artigo que escrevi em 2002. Apresento o artigo novamente com alguns comentários adicionais em itálico.

Uma das grandes tendências do cenário corporativo mundial é o Teleworking (Tele-Trabalho) ou Telecommuting. Pesquisas apontam que este novo tipo de relação comercial proporciona uma série de benefícios para ambas as partes: empregados e empregadores. Entre as vantagens estão as reduções de gastos com infra-estrutura e a maior resistência a situações de crises. Alguns estudos indicam aumentos de produtividade que variam de 20 a 45% de ganhos. Ao contrário da primeira impressão, o Teleworking não se restringe às residências, podendo ser realizado em escritório satélite ou ainda num escritório móvel.

AS> Quando eu escrevi este artigo em 2002, eu estava na área de consultoria em segurança das informações. O desafio era pensar na continuidade dos negócios. Mesmo tendo avançado 7 anos, os temas segurança e trabalho em casa ainda são temas atuais.

As barreiras tecnológicas para o advento do Teleworking são praticamente inexistentes. A banda larga deixou de ser uma realidade exclusiva dos entusiastas da tecnologia, o preço vem caindo a cada mês e, em muitos casos, os modems estão saindo de graça como o que aconteceu com as antenas de recepção de televisão digital via satélite. A Eletropaulo está testando (março de 2002) as suas linhas para fornecimento de serviços de conectividade com a internet. O piloto da Cemig será finalizado em maio. Ao que tudo indica, este serviço será bastante acessível, levando ao chão o preço das conexões via banda larga.

AS> Conversei recentemente com um amigo meu que é executivo na Light, empresa que fornece energia elétrica no Rio de Janeiro. Ele me contou que para transmitir a Internet pela rede elétrica vai exigir mais do que um modem para os usuários. É necessário ter um filtro, da mesma forma que os distribuidores de TV a Cabo. O problema é que muitas vezes os fios de cobre do cabeamento interno das residências é muito antigo oferecendo muitos ruídos na comunicação, o que certamente reduziria as velocidades da conexão.

Hoje o Teleworking conta com diversas ferramentas de software para propiciar esta experiência. São ferramentas de e-collaboration, compartilhamento de documentos, instant messages, agendas compartilhadas, vídeo conferência, web fone, uma infinidade de recursos que somente o tempo poderá classificá-los como utilidades ou inutilidades. Também entra como debutante neste mercado a tecnologia Bluetooth, prometendo ser um padrão universal para redes pessoais de comunicação sem fio a curtas distâncias.

AS> O uso da tecnologia bluetooth ficou restrito a transmissões curtíssimas (15 m). Hoje temos o Wi-Fi (curtas, 100 m) e o Wi-Max (longas, 50 km) como padrões mais interessantes.

Entre todas estas maravilhas para propiciar a experiência do Teleworking, pouco ou nada tem se falado sobre segurança das informações. Pode ser que as VPN (Virtual Private Network) estejam tomando o lugar de onipotência ocupado pelos firewalls no passado. Quem tinha um firewall em sua rede acreditava estar seguro contra qualquer mazela do mundo digital. Para quem anda pensando assim, a segurança das informações vai muito além da criptografia para a camada de rede.

Qualquer computador pessoal ligado à internet, seja ele utilizado para Teleworking, entretenimento ou uso doméstico, deve possuir um kit básico de softwares para garantir a segurança das informações armazenadas localmente. Neste sentido é fundamental ter bem configurado e atualizado, de preferência automaticamente, anti-vírus, personal firewall (firewall pessoal), solução de backup e uma solução de criptografia para disco-rígido.

Para uma utilização profissional, além de VPN, é interessante possuir uma solução de criptografia completa, interligando a aplicação que funciona nos clientes ao servidor corporativo, utilizando certificados digitais para assinatura de transações. Também, quanto à questão dos processos, é salutar pensar numa política de segurança para estabelecer regras na utilização dos recursos computacionais, cuidados na manutenção do equipamento, regras e orientações sobre o acesso de familiares e visitantes, e também a classificação das informações sensíveis.

Vencidas as barreiras, o Teleworking tem tudo para emplacar em diversos segmentos que podem operar com trabalho distribuído, como por exemplo, jornalismo, publicidade, pesquisas, vendas e marketing, corretagem, atendimento ao consumidor, consultoria financeira, desenvolvimento de sistemas e digitação. Talvez o Teleworking venha a criar o mundo virtual globalizado tão sonhado pela “velha nova economia”.

AS> Aqui eu fiz uma referência clara ao estouro da Bolha da Internet. Nesta época eu, e provavelmente ninguém, não tinha idéia sobre a Bolha dos Subprimes. E nós que pensávamos que a Bolha da Internet era a pior coisa que veriamos em nossas vidas. Quem estudou economia sabia que as crises se desenham em períodos logos de 100 em 100 anos, da mesma forma que as grandes catástrofes naturais, como o terremoto/incêndio que houve nos Estados Unidos, a Grande Depresão de 29, o Tsunami, ...

domingo, 19 de abril de 2009

Vocé é um pirata?

Os quatro responsáveis pelo site sueco The Pirate Bay, Fredrik Neij, Gottfrid Svartholm, Peter Sunde e Carl Lundstroem, foram condenados a pagar cerca de R$ 7 Mi por terem infrigindo direitos autorais. Eles alegaram que não tem o dinheiro e que preferiam queimá-lo a dar a justiça.

Através do site, não é possível encontrar nenhum conteúdo, pois eles não oferecem ferramenta de busca. Também, no modelo Torrent, os clientes são consumidores (feeders) e fornecedores (seeders) de conteúdo.

Até o Paulo Coelho, sim o mago fajuto, entrou na discussão para defender os julgados. Ele mesmo tem um site (Pirate Coelho) onde oferece suas obras para download em diversas línguas. Ele entendeu que quem ler alguns de seus capítulos desconfortavelmente usando um Adobe Acrobat Reader, ou equivalente, pode se interessar por suas obras e comprá-las nas livrarias.

Acho que o The Pirate Bay e outros sites que oferecem conteúdo para download estão ajudando a indústria cinematográfica a vender seus filmes, pois muitas vezes alguns filmes nem são lançados no cinema ou em video por conta das distribuidoras brasileiras entenderem que o filme não era comercial.

Outro dia eu baixei o filme A Volta dos Mortos Vivos 2005 que eu nunca iria assistir no cinema ou alugá-lo numa locadora, pois realmente é um filme terrível. Eu não consegui assistir nem 10 minutos sem interrupção, usei e abuse de fast forward. Não me julgo um pirata por causa disto, da mesma forma que quem folheia um livro na sua livraria de preferência não pode ser considerado como tal.

Certos filmes, onde você confia nos autores, elenco e história, você vai querem assistí-los na tela grande e comer pipoca velha.

O filme Cidade de Deus foi um exemplo da quebra de paradigma que estamos vivendo. O diretor conta que várias pessoas foram ao cinema por terem assistido previamente um versão pirata. Outras, se dispuseram a mandar o valor do ingresso para o diretor.

A história do The Pirate Bay é um remake do Napster, pois ninguém é obrigado a comprar um CD com 12 músicas terríveis para ouvir uma ou duas músicas.

Estas iniciativas ousadas são convertidas em modelos de sucesso como a iTunes Store. Neste novo modelo, você paga muito pouco por uma música, pois você não vai receber caixinha ou encarte. Assim, mesmo que a música seja péssima, não estará perdendo muito. Ou seja, até os piores artistas conseguem ser beneficiados.

As pessoas precisam conhecer o submundo da indústria fonográfica que cobra cerca de R$ 5 mil por uma fita master e cópias de alguns pobres coitados que talvez nunca tenham a chance de encontrar o seu público alvo que pode ser qualquer um de nós que se dispõe a ser chamado de pirata por consumir conteúdo que não é vendido em lugar algum.

Safari e a Estratégia da Apple

Uma das estratégias da Apple é utilizar os gadgets com o iPod e iPhone para atrair novos usuários para o mundo Mac.

A grande verdade é que as vendas do iPod foram impulsionadas quando a Apple percebeu que precisava fornecer com o iPod, um iTunes para PCs que rodam o Windows. Assim como as vendas do Mac cresceram quando a Apple engenhosamente removeu os processos de quebras de copyrights contra a Microsoft em troca de que esta desenvolvesse o pacote MS Office para o Mac.

Voltando a estratégia da Apple, ontem quando estava atualizando o iTunes, recebi uma oferta para baixar o Browser Safari. Ok, marquei o browser para download, afinal eu também sou usuário do Mozilla Firefox e utilizo o Opera no meu Smartphone Samsung Omnia.

Hoje resolvi clicar na nova bússula que estava sendo exibida no meu desktop. A bússula é o ícone do Safari.

A página inicial que o Safari carrega é "Apple - Start" nela, no lado direito, é possível encontar diversos tutoriais em video, como por exemplo: Mac Basics, Photos, Movies, Web, Music, iWork e o MobileMe, serviço de sincronismo de e-mail e agenda para iPhone, iPod Touch, Mac e PC. Até aí, tudo bem para quem está por dentro da estratégia da Apple.

Logo abaixo da URL (http://www.apple.com/startpage/), existem links rápidos interessantes, bem diferentes dos links sem graça que a Microsoft disponibiliza no Internet Explorer. Existe um link para a Apple (claro), Yahoo!, Google Maps, YouTube e Wikipedia. Também temos duas pastas, News e Popular.

Quando a página estava próxima de ser carregada por completo, lembrei porque esta era a segunda vez que eu estava instalando o Safari... Uma janela de erro Slow Script é exibida bem no meio do browser travando qualquer acesso. Ok, isto é muito bom para manter a máquina protegida contra scripts maliciosos ou sites mal construídos, mas estamos falando da página de inicial do Safari, uma página construída pela Apple para atrair novos usuários...

Onde está o perfeccionismo do Steve Jobs que uma vez quis alterar uma placa mãe, coisa que pouquíssimos usuários veem, pois ela estava feita. Um Jobs que interfere até no design da caixa onde os produtos vem acondicionados... Como ele não pode testar a versão do Safari para Windows???

Cliquei em continuar e uma segunda janela é exibida:


Minha resposta? Removi o check "Always perfom this check" e cliquei em NO.

Quer se divertir mais? Pergunte na FNAC, Apple Store no Brasil ou em NY, como se escreve com acentuação...

Browser's Market Share (Março 2009):
  • Internet Explorer (66.82%)
  • Mozilla Firefox (22.05%)
  • Safari (8.23%)
  • Google Chrome (1.23%)
  • Opera (0.70%)
  • Other (0.97%)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Congestionamentos, TI e os negócios

A retomada das discussão do projeto de lei que proibe o trânsito de motocicletas nas faixas de rolamento, os conhecidos "corredores", vai parar São Paulo. Basta imaginar as milhares de motos que cruzam por nós todos os dias ocupando o mesmo espaço que um carro ocupa nas ruas, como pretende esta proposta que depende da aprovação do senado e do presidente.

Quem tem ou já teve moto sabe que a única vantagem deste veículo é a agilidade, nesta cidade onde não existem mais períodos sem engarrafamentos. Em dias de chuva é insuportável o calor dentro das capas impermeáveis. Em dias frios, quando chove granizo, nos primeiros instantes você sente a dor das pequenas pedrinhas nas mãos. Depois, a mão congela ao ponto de doer ao tentar abrí-la.

O que isto tudo tem haver com negócios ou tecnologia?

A resposta, é que teremos que reativar uma discussão antiga: o trabalho remoto ou trabaho em casa. Sem podermos nos movimentar pelas cidades, as empresas precisarão avaliar os custos e a qualidade de vida oferecida para os seus funcionários. Quanto tempo passamos parados no trânsito? Quantos de nós pode morar perto do trabalho? Quem trabalha na Av. Paulista precisa estar preparado para pagar cerca de R$ 5 mil pelo metro quadrado e morar em espaços minúsculos para os padrões ocidentais.

Hoje, os notebooks estão custando praticamente o mesmo que os computadores de mesa (desktops). Temos uma ampla oferta de banda larga, via TV a cabo, via rede telefônica, via rede celular (3G), via rádio e em breve até via rede elétrica.

Através do Skype ou MSN é possível fazer conferências com voz e video com qualidade. É possível trabalhar de forma cooperativa preparando documentos ou apresentações com o Net Meeting ou Windows Meeting Space. Soluções de Antivírus e VPNs garantem a segurança e criam canais criptografados protegendos as informações corporativas.

Definitivamente, as tecnologias atuais viabilizam esta quebra de paradigma nas relações de trabalho futuras. O caos urbano antecipa a discussão.

Vantagens do trabalho em casa
  • Reduz a rotatividade
  • Possibilita aumento de produtividade
  • Redução de stress e doenças
  • Reduz faltas e atrasos relacionados a cuidados com crianças
  • Inclusão social - Pessoas com deficiências preferem trabalhar em casa
  • Economia com alugueis de escritórios e mobília
  • Equipe de vendas vai estar mais próximo dos clientes ao contrário de estar nas dependências da empresa
Desvantagens do trabalho em casa
  • Dificuldade de gerenciar e acompanhar a performance dos trabalhadores em casa
  • Possibilidade de deterioração do conhecimento e da qualidade do trabalho
  • Riscos com segurança das informações
  • Custos iniciais com instalações (equipamentos e licenças de software)
  • Aumento dos custos com telecomunicações
  • Problemas de comunicação e sentimento de isolamento ou depressão
  • Dificuldade de manter o espírito de equipe
  • Restrições para algumas profissões
Fonte:
Business Link

terça-feira, 7 de abril de 2009

GM lança o PUMA

Calma, não vá dizer por aí que a GM quebrou e que vai relançar o veículo nacional com mecânica do fusca e carroceria de fibra de vidro que foi sucesso no Brasil nos anos 70.

PUMA é o acrônimo de Personal Urban Mobility and Accessibility. Segundo o UOL, é um veículo de duas rodas, mais eu contei quatro... Quando ele está em movimento, o veículo se equilibra nas duas rodas traseiras, da mesma forma que aqueles patinetes elétricos que algumas empresas de segurança utilizam em Shoppings.
O fabricante de ambos os veículos é a Segways. Algo me diz que esta joint venture foi criada para que a GM pudesse bater aquela meta de carros ecologicamente corretos... Uma das exigências para os empréstimos bilionários.

Talvez a solução tenha vindo tarde demais, pois hoje li hoje em vários locais que o pedido de concordata vai aparecer em poucas horas... Feito isto, para onde vai o dinheiro dos contribuintes americanos? Será que o Lula vai querer dar uma de Daslu (chique) e dizer que vai emprestar dinheiro para os Estados Unidos depois do FMI?

http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/04/07/ult4294u2450.jhtm